Hoje foi o dia que recebemos as motos e iniciamos a grande jornada pela Rota 66.
Todos empolgados, sorrisos nos lábios e os olhos brilhando de emoção. Fotos de todos os tipos e posições, junto das motos, sozinho, assinando o contrato de aluguel das motos, a turma toda junta, etc. Cada um se virava para conseguir o melhor ângulo para tirar foto.
Momento da saída: adrenalina pura, emoção acima de qualquer razão e empolgação, todos queriam registrar aquele momento. Foi aí que pediram para filmar o grupo saindo com as motos.
Concordei. Preocupado em não ficar para trás, solicitei às pessoas que a medida que fossem saindo, me esperassem, até que eu pegasse a minha moto. Tudo acertado e combinado. Qual não foi a minha surpresa quando peguei a moto e cheguei no local combinado? Já não havia mais ninguém!
Tentei alcançá-los, porém um pouco mais adiante encontrei um cruzamento com três opções de caminhos a seguir. Sem saber qual o caminho certo, restou-me retornar à loja EAGLERIDER da Harley-Davidson para pedir ajuda.
Fiquei desesperado, pois não sei falar nenhuma palavra em Inglês. Como poderia pedir ajuda? E se a loja já estivesse fechada? As pernas já não obedeciam aos meus comandos, e um calafrio percorria meu corpo. Peguei com Deus e segui em frente.
Chegando à loja o Sr. Sam Duarte se assustou com a minha presença, e, com os braços abertos e os olhos arregalados fez um gesto para mim, querendo saber o que tinha acontecido. Por meio de mímica conseguir explicar.
Também por meio de gestos ele perguntou se eu tinha o telefone do nosso Guia, Sr. Augusto e eu disse que não.
Procurando nos arquivos da loja ele conseguiu o telefone da empresa de Turismo em São Paulo, fazendo em seguida a ligação para o Sr. Augusto.
Após saber por qual caminho o grupo estava indo, o Sr. Sam Duarte pediu a um dos empregados da empresa que me acompanhasse de moto até o local onde o grupo se encontrava. Augusto diminuiu a velocidade do comboio até a minha chegada.
Até a primeira parada, ninguém havia percebido a minha ausência. Foi aí que conversei (bronca total) com o Augusto sobre a sua falta de responsabilidade. Ele jamais poderia deixar alguém para trás. Isto provocou, durante toda a viagem, uma falta de confiança e entrosamento entre nós dois.
Só Deus sabe o que passei naquelas poucas horas, que mais pareceram uma eternidade.
Todos empolgados, sorrisos nos lábios e os olhos brilhando de emoção. Fotos de todos os tipos e posições, junto das motos, sozinho, assinando o contrato de aluguel das motos, a turma toda junta, etc. Cada um se virava para conseguir o melhor ângulo para tirar foto.
Momento da saída: adrenalina pura, emoção acima de qualquer razão e empolgação, todos queriam registrar aquele momento. Foi aí que pediram para filmar o grupo saindo com as motos.
Concordei. Preocupado em não ficar para trás, solicitei às pessoas que a medida que fossem saindo, me esperassem, até que eu pegasse a minha moto. Tudo acertado e combinado. Qual não foi a minha surpresa quando peguei a moto e cheguei no local combinado? Já não havia mais ninguém!
Tentei alcançá-los, porém um pouco mais adiante encontrei um cruzamento com três opções de caminhos a seguir. Sem saber qual o caminho certo, restou-me retornar à loja EAGLERIDER da Harley-Davidson para pedir ajuda.
Fiquei desesperado, pois não sei falar nenhuma palavra em Inglês. Como poderia pedir ajuda? E se a loja já estivesse fechada? As pernas já não obedeciam aos meus comandos, e um calafrio percorria meu corpo. Peguei com Deus e segui em frente.
Chegando à loja o Sr. Sam Duarte se assustou com a minha presença, e, com os braços abertos e os olhos arregalados fez um gesto para mim, querendo saber o que tinha acontecido. Por meio de mímica conseguir explicar.
Também por meio de gestos ele perguntou se eu tinha o telefone do nosso Guia, Sr. Augusto e eu disse que não.
Procurando nos arquivos da loja ele conseguiu o telefone da empresa de Turismo em São Paulo, fazendo em seguida a ligação para o Sr. Augusto.
Após saber por qual caminho o grupo estava indo, o Sr. Sam Duarte pediu a um dos empregados da empresa que me acompanhasse de moto até o local onde o grupo se encontrava. Augusto diminuiu a velocidade do comboio até a minha chegada.
Até a primeira parada, ninguém havia percebido a minha ausência. Foi aí que conversei (bronca total) com o Augusto sobre a sua falta de responsabilidade. Ele jamais poderia deixar alguém para trás. Isto provocou, durante toda a viagem, uma falta de confiança e entrosamento entre nós dois.
Só Deus sabe o que passei naquelas poucas horas, que mais pareceram uma eternidade.
Início da viagem com 11061 milhas
Tour pela Maravilhosa Dallas - 09/09/2008
Parada na loja da Harley-Davidson
Continuação do Tour em Dallas
Prédio de onde o assassino atirou no Presidente Kennedy
Marcelão num momento de muito aperto.
Chegada no Hotel Best Western Irving Inn
Primeiro Café da Manhã em Dallas
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